Corrosão de circuitos eletrônicos: tudo o que você precisa saber!

A corrosão de circuitos eletrônicos, também chamada de ataque químico ou etching, é uma etapa fundamental na fabricação de placas de circuito impresso (PCI ou PCB). Esse processo consiste em remover o cobre excedente da placa, deixando apenas as trilhas responsáveis pela condução elétrica. Para isso, são utilizados agentes químicos específicos, capazes de corroer o metal de forma controlada e precisa. Alguns agentes são ácidos e outros alcalinos, mas o mais conhecido e eficiente é o percloreto de ferro, também conhecido como cloreto férrico (FeCl₃), um ácido muito utilizado na indústria. Nesse artigo, a Premier mostra mais detalhes sobre esse processo e dicas para quem irá fazer. Confira!
Como funciona o processo de corrosão de circuitos eletrônicos?
Após a criação do desenho do circuito na placa, feita por meio de transferência térmica, método fotossensível ou caneta resistente, a placa é imersa na solução corrosiva. O produto reage apenas com o cobre exposto, preservando as trilhas protegidas, formando um circuito impresso.
Principais agentes usados na corrosão
O mais conhecido e utilizado por ser acessível é o percloreto de ferro, que reage diretamente com o cobre, removendo-o de forma eficiente e controlada. Além de ser fácil de encontrar, ele também permite uma reação simples de manusear. Outro agente muito utilizado nas indústrias é cloreto cúprico, já que permite a reutilização da solução. Para profissionais mais experientes, a mistura de ácido clorídrico com peróxido de hidrogênio também pode ser utilizada por ser a mais rápida, porém, a mais perigosa.
Cada um apresenta vantagens e riscos específicos, sendo o percloreto de ferro o mais indicado para iniciantes e uso educacional da corrosão de circuitos eletrônicos.
Segurança na hora de fazer a corrosão
O percloreto de ferro e outros agentes corrosivos exigem atenção especial:
- use instrumentos de proteção como luvas, óculos de proteção e avental;
- trabalhe em local ventilado, nunca fechado;
- evite contato com a pele e mucosas;
- não utilize recipientes metálicos;
- armazene longe de crianças ou animais.
Erros comuns no processo
Mesmo utilizando produtos adequados, alguns erros podem comprometer totalmente o resultado da corrosão de circuitos eletrônico. O erro mais comum é deixar a placa tempo demais na solução corrosiva, o que acarreta a corrosão de partes além do cobre. Assim, deixando-as finas, irregulares ou até rompidas. A má preparação da placa também pode resultar em problemas, por isso, certifique-se de fazer uma boa limpeza e secagem antes de começar.
A falta de controle de temperatura também influencia muito, já que soluções muito frias demoram mais e acontecem de maneira irregular. Enquanto isso, soluções muito quentes aceleram o processo e podem danificar a peça. O ideal é se certificar de todos os fatores, desde os mais simples, antes de iniciar o processo.
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A corrosão de circuitos eletrônicos é uma etapa indispensável na fabricação de placas de circuito impresso, permitindo a criação de trilhas precisas e funcionais. O percloreto de ferro se destaca como uma solução eficiente, acessível e amplamente utilizada, especialmente em processos artesanais e educacionais. Mesmo com todos os cuidados na hora do processo, é necessário ter um produto de qualidade para garantir segurança e bons resultados.
A Premier Comercial trabalha com produtos químicos de qualidade para todo Brasil. Oferecemos álcool isopropílico (isopropanol), percloreto de ferro em pó e líquido e fabricação própria de pasta térmica.
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